Barragem cheia, bom para o banho.



Aí está o vídeo da barragem, sua conexão tem que ser boa para abrir.

NATUREZA - Barragem no Povoado Pedras está desse jeito aí nessas fotos, boa para o banho.



Fui até o Povoado Macaúba pela manhã (22) e observei a Barragem cheia, própria para o banho e a pesca, conforme as fotos que postei.

URGENTE - Situação da ponte sobre o Rio Pirapemas.





Depois de ver uma ponte assim.....sem comentários.

URGENTE - A estrada Coroatá - Vargem Grande parece com estrada para prática de raly.



Fui esta manhã (22) até o povoado Macaúba a 36 km de Coroatá, e como todos nós já sabemos, não pode dar uma garoa que a estrada fica própria para a prática de raly, é lamentável ver a situação dessa importante estrada assim, como é ano de política, será que essa estrada fica pronta antes das eleições??? fica aí nossa dúvida, estarei postando aqui também a situação da ponte sobre o rio pirapemas e sobre o primeiro igarapé logo após o Povoado Poço Comprido.

POLÍTICA - Filho de Sarney é acusado de fraude em obra do PAC

O empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ajudou a fechar acordo clandestino pelo qual um grupo de empreiteiras burlou o processo de licitação e é acusado de desviar dinheiro público da principal obra ferroviária do país, informa a reportagem de Renata Lo Prete e Leonardo Souza, publicada nesta quinta-feira pela Folha (íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL).

A fraude, apontada pela Polícia Federal e pelo Tribunal de Contas da União, deu-se em um trecho da ferrovia Norte-Sul. Orçada em mais de R$ 1 bilhão, a construção faz parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a vitrine eleitoral da pré-candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT).

O projeto é administrado pela Valec, estatal ligada ao Ministério dos Transportes há anos sob influência direta de José Sarney.

Fernando Sarney alegou tratar-se de "vazamento criminoso de inquérito sigiloso". "Mais uma vez, assuntos requentados. Eu me pergunto a razão disso tudo", afirmou.

Fonte: www.uol.com.br

CIDADANIA - Polícia Militar faz mais uma blitz educativa.


A Polícia Militar faz mais uma blitz na tresidela, como é de costume sempre perto da ponte que liga o bairro da tresidela com o centro da cidade onde o trânsito de motos (principalmente) é mais intenso. Apertando o cerco contra motos com documentação irregular e condutores sem capacete são lembrados do uso obrigatório.
"ATENÇÃO" população, vamos usar o capacete.

"Só fica aqui minha sugestão na aplicabilidade, é que os PM's abordando alguém sem o devido instrumento, seja obrigatório que eles deixem a motocicleta e solicite para o condutor buscar o capacete (e a documentação caso não tenha), e não deixar passar como presenciei na hora que eu tirei as duas fotos.

POLÍTICA - Serra afirma que a imagem de Collor e Sarney se associa à campanha de Dilma.

Numa mudança de estratégia nas reações à tática do PT de vinculá-lo ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), o pré-candidato tucano à Presidência, José Serra, buscou colar a imagem dos ex-presidentes José Sarney e Fernando Collor de Mello em sua rival Dilma Rousseff (PT). “Esta eleição tem a ver com o futuro. Porque o Lula não é candidato, nem o Fernando Henrique é candidato, nem o Collor e o Sarney, que apoiam a Dilma, são candidatos’’, disse Serra. “Às vezes eu fico intrigado por que ex-presidentes que são aliados da Dilma são bem tratados, não tem problema nenhum. Mas quando não são aliados, são muito criticados pelo PT e tudo o mais’’.

As declarações foram dadas durante entrevista de quase duas horas à rádio Jovem Pan, com transmissão para mais de 1.500 municípios. Uma das apostas centrais do PT e partidos aliados para as eleições é transformar a disputa em uma espécie de plebiscito, em que os eleitores, na prática, escolheriam entre o herdeiro do governo Fernando Henrique ou a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O presidente do PSDB e coordenador nacional da campanha de Serra, senador Sérgio Guerra, negou que essa será uma estratégia recorrente na campanha como forma de neutralizar os ataques do PT. Serra evitou dar declarações que soassem como pressão para que Aécio Neves aceite o posto de vice em sua chapa, mas não conseguiu esconder o desejo de contar com o nome do mineiro. No lançamento de sua pré-candidatura, no sábado, em Brasília, Aécio foi aclamado aos gritos de “vice’’.

“Não vou dizer que tenho uma expectativa ou não tenho. É um assunto sobre o qual eu não vou me manifestar nas próximas semanas. Acho que há outras prioridades agora e, por outro lado, cada um poderá tomar suas decisões de maneira bem pensada’’, disse. O engajamento de Aécio também foi abordado por Serra, ao dizer que o voto “Dilmasia’’ em Minas - híbrido de Dilma com o governador de MG, Antonio Anastasia (PSDB) – “parece nome de doença’’.

A maior parte da entrevista foi pontuada por avaliações de Serra sobre políticas públicas e suas realizações em São Paulo. No quesito economia, se disse contrário à privatização do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal e, ao criticar juros altos e câmbio desfavorável às exportações, disse que mudanças na área têm de ser “responsáveis’’ e “graduais’’.

Exilados políticos - Sobre a declaração de Dilma sobre os exilados da ditadura militar, Serra disse não ter se sentido “pessoalmente agredido’’. Segundo o tucano, a declaração foi “surpreendente’’, mas preferiu classificá-la como um “escorregão’’ de Dilma.

“Quem ia ser preso saiu do Brasil para não ir para a prisão. Há muitos, muitos, muitos companheiros de partido da Dilma que também foram exilados por esse motivo’’, disse o ex-governador paulista. “De maneira que confesso que eu não entendi direito a declaração, porque ela seria um desrespeito a toda essa gente’’.

Serra, que falou do motivo do seu exílio, ao dizer que foi condenado “de uma maneira maluca e totalmente ilegal, por crime de opinião’’, citou pessoas próximas a Dilma, e que também recorreram ao exílio, para esvaziar a crítica da ex-ministra da Casa Civil.

“Marco Aurélio Garcia, que é seu chefe de programa [de governo], esteve exilado. O Leonel Brizola, que foi seu chefe anterior, também’’, afirmou, referindo-se ao período em que Dilma era filiada ao PDT, partido fundado por Brizola, morto em 2004.

VIOLÊNCIA - Assassino confesso de jovens de Luziânia revela que receberia R$ 5 mil por mortes.

Apresentado pela polícia no fim da manhã desta segunda-feira (12), o pedreiro Admar de Jesus, 40, disse que matou seis jovens em Luziânia (GO) a mando de uma pessoa que ele chama de Zé. O suspeito revelou ainda que receberia R$ 5 mil pelas mortes e que manteve relações sexuais com dois dos jovens assassinados. "Fiz uma coisa forçado, não foi de graça", afirmou.

O pedreiro já havia sido preso em Brasília, por violência sexual contra crianças e adolescentes, e foi solto dias antes do sumiço do primeiro garoto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito vinha sendo monitorado há dez dias, porque o celular de uma das vítimas foi localizado com a irmã do pedreiro. Os seis jovens que desapareceram tinham idade entre 13 e 17 anos e moravam no mesmo bairro de Luziânia.

O senador Magno Malta, que preside a CPI da Pedofilia no Congresso, está em Goiânia e pretende ouvir Admar nesta tarde.

As famílias aguardam um chamado da Polícia Civil para irem a Goiânia a fim de identificar os corpos. O DNA coletado pela Polícia Federal deverá ser usado na identificação.